6 coisas que você deve levar em conta antes de montar um restaurante

Um comércio, independente do segmento, é sempre muito valorizado. E quando se trata do meio alimentício, como uma lanchonete, pizzaria ou restaurante, o sucesso tende a ser muito maior. Já que os brasileiros não deixam de priorizar o lazer de fazer um lanche diferente, e valorizam os locais que oferecem comida de qualidade. Mas, antes de montar o seu restaurante alguns pontos precisam ser pensados.

O que preciso para montar um restaurante?

O primeiro passo antes de montar qualquer tipo de comércio é planejar, criar um plano de negócios traçando as metas e objetivos do seu empreendimento. Dessa forma, torna mais fácil limitar qual a finalidade do seu comércio.

Depois que definir qual ramo vai seguir, por exemplo, restaurante árabe, de comida caseira, japonês, rodízio, bistrô ou outros. É preciso pensar no cardápio, o que será oferecido dentro desse segmento.

Além disso, você precisa de profissionais bem qualificados. Do faxineiro ao chefe de cozinha, todos precisam trabalhar empenhados em fazer do seu estabelecimento o melhor da região.

Não se esqueça do material. Isto é, as panelas, copos, guardanapos, talheres, pratos, mesas, cadeiras e etc. Esses pontos precisam ser bem pensados, para higiene e conforto do seu cliente.

Cursos indicados para quem deseja inaugurar um restaurante

Se especializar em áreas que possam te ajudar na inauguração do seu restaurante é uma forma de buscar pelo sucesso. Não é preciso ser um grande chefe de cozinha para ter um comércio especializado em alimentos.

Mas, caso possua familiaridade com a produção de alimentos, o indicado é procurar por cursos na área de atuação do seu restaurante. Quer dizer, se especializando e obtendo novos conhecimentos.

Outro curso indicado é o de planejamento e finanças. Não necessariamente uma faculdade, mas cursos livres promovidos por instituições públicas ou particulares. A finalidade é aumentar as chances de sucesso do seu comércio.

6 dicas para quem deseja montar um restaurante

Quando decidir que esta é realmente a sua vontade, o novo comerciante e empresário precisa levar alguns pontos em consideração. Veja 6 dicas que podem te ajudar a montar seu restaurante:

  • Analise o mercado: quantos restaurantes desse segmento existem na região? Quais pratos fazem mais sucesso? Quais valores são cobrados?;
  • Entenda o perfil do seu público: se o restaurante é para família o cardápio precisa de opções infantis, bebidas sem álcool, e infraestrutura adaptada;
  • Coloque no papel o quanto pode investir: é necessário considerar o valor de investimento, e entender que o lucro não virá nos primeiros meses;
  • Funcionários: caso consiga, substitua alguns dos funcionários por familiares próximos. Além de diminuir gasto, o restaurante será a “cara” de vocês;
  • Infraestrutura do local;

Possibilidade de crescimento: trace metas de médio e longo prazo

Aprenda agora tudo sobre o CNPJ e as obrigações acessórias!

Muitas mudanças ocorreram no último ano para as empresas, com as obrigações acessórias criadas pelo e-Social, com adequações que exigiram reestruturação na rotina das empresas.

As obrigações acessórias foram criadas com o objetivo de ampliar o monitoramento do fisco, evitando sonegação fiscal e muitas delas duplicam as obrigações, transferindo aos contribuintes procedimentos que deveriam ser de responsabilidade da própria Receita Federal.

Veja, a seguir, quais foram as principais alterações nas obrigações acessórias exigidas pela Receita.

ICMS interestadual

As empresas que vendem para outros Estados possuem a nova sistemática do ICMS, com obrigações acessórias que exigem a readequação dos modelos de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) e o Sistema Autenticador de Cupom Fiscal Eletrônico (SAT).

Novos campos foram incluídos e quem vende para consumidor final de outro Estado está sendo obrigado a informar o ICMS devido considerando as alíquotas do estado de destino, estado de origem e interestadual. Ente as mudanças consta a inserção de um código especificador de substituição tributária (Cest).

  • Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT)
  • Contribuintes do Estado de São Paulo que faturaram acima de 100 mil em 2015, começaram, em 2016, a substituir o ECF – Emissor de Cupom Fiscal pelo SAT.
  • O SAT também passou a ser uma das obrigações acessórias para postos de combustíveis, substituindo a Nota Fiscal de venda a consumidor modelo 2.
  • O SAT é um equipamento gerador de cupons fiscais que é instalado fisicamente no estabelecimento comercial.
  • No entanto, como as notas geradas pelo sistema são eletrônicas, não há a necessidade de ter o equipamento instalado em cada um dos pontos de venda de uma loja.
  • O ECF foi substituído pelo SAT, desenvolvido pelo governo paulista ou pela Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica, que é nacional.

No entanto, mesmo que o contribuinte tenha escolhido operar com a NFC-e, o governo paulista exige que os estabelecimentos tenham pelo menos um ponto com SAT instalado para situações consideradas de contingências off-line.

Nota Fiscal Eletrônica

Indústrias atacadistas de São Paulo que recolhem ICMS pelo Regime Periódico de Apuração (RPA), estão obrigadas a utilizar a nota fiscal eletrônica. Essa nova obrigação atingiu pelo menos 80 mil contribuintes.

Com essa inclusão entre as obrigações acessórias, a Secretaria da Fazenda de São Paulo ampliou a obrigatoriedade de NF-e para todos os contribuintes enquadrados no RPA.

A partir deste ano de 2017, todas as empresas devem utilizar o e-Social entre suas obrigações acessórias.

O e-Social é um banco de dados abastecido pelos contribuintes com informações sobre a folha de pagamento, as obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais.

Os órgãos do governo terão acesso a esse banco de dados sobre as informações pertinentes às suas respectivas atribuições.

O e-Social cria uma série de novas burocracias e, para uma empresa incluir um funcionário nesse banco de dados, é necessário preencher 1.480 campos. É necessário tomar cuidado para identificar qualquer falha, uma vez que o e-Social não tolera erros.

Acesse www.esocial.gov.br.

O sistema não permite a inconsistência nos dados dos trabalhadores. Assim, por exemplo, se o nome de um funcionário aparece no seu CPF com uma grafia e, por algum motivo, constar uma grafia diferente no PIS, o e-Social recusa o cadastro do empregado.

Escrituração Contábil Digital

A Escrituração Contábil Digital (ECD) está entre as obrigações acessórias das empresas e teve o prazo de entrega alterado, passando a ser o último dia útil do mês de maio do ano calendário subsequente ao da escrituração.

As regras de obrigatoriedade também foram alteradas para as empresas imunes ou isentas e para as pessoas jurídicas optantes do Lucro Presumido.

O texto da obrigatoriedade da entrega das SCP – Sociedades em Conta de Participação também foi revisto, estabelecendo-se exceções de obrigatoriedade de entrega da ECD para empresas optantes pelo Simples Nacional, órgãos públicos, autarquias, fundações públicas e pessoas jurídicas inativas.

Escrituração Contábil Fiscal

Entre as obrigações acessórias também houve alteração no prazo de entrega da ECF para o último dia útil do mês de junho no ano calendário subsequente ao da escrituração.

Além disso, também passou a ser obrigatório o preenchimento do Demonstrativo de Livro Caixa para pessoas jurídicas optantes do Lucro Presumido cuja receita bruta tenha sido superior a R$ 1,2 milhão, ou proporcionalmente ao período a que se refere.

Ganho de Capital

As novas alíquotas foram estabelecidas para a tributação de ganho de capital na alienação de bens. A alíquota de 15% de Imposto de Renda foi substituída por quatro, entre 15% e 30%, que incidem sobre o ganho conforme seu valor.

A mudança, que afeta também empresas do Simples Nacional, passou a valer durante 2016 e os valores são determinados em faixas, tendo uma tributação maior conforme o ganho de capital resultante da alienação.

As mudanças atingem todas as empresas, devendo o empresário ter atenção, já que as obrigações acessórias, quando não cumpridas, podem gerar multas pesadas para o contribuinte.

Como abrir um food truck?

Dos modelos de negócio voltados para alimentação o food truck é um dos mais atrativos. A novidade no Brasil virou modismo entre os consumidores e anda se tornando o modelo de negócio preferido de muitos empresários. Para quem deseja investir temos dicas e os passos a serem seguidos

Vantagens do food truck como negócio

O food truck é um modelo de negócio do ramo de alimentação. Móvel, ele é uma nova versão do vendedor de comida na rua mas muito mais incrementada e higiênica. É um mini restaurante sobre rodas com veículos adaptados com direito a cozinha, refrigeração e outros atributos para conservar os alimentos.

Este tipo de modelo de negócio já é usado há anos nos Estados Unidos com sucesso e em outros países em menor número. No Brasil chegou como uma onda de modernidade e tudo indica que veio para ficar. Por que aderir, por algumas vantagens

Não necessitar de um ponto comercial é uma das vantagens. Sua estrutura será um trailer, um veículo adaptado ou algo do tipo totalmente móvel. Deve ser estacionada em locais permitidos para isso e pode começar a vender. Não há aluguel do estabelecimento comercial e taxas de bombeiro, prefeituras e outras afins. Tire mais dúvidas sobre como abrir um food truck.

Outros pontos a serem levados em consideração como vantagem é:

  • Seu negócio pode mudar de lugar a qualquer momento, permitindo explorar novos pontos quando a venda cair em um local
  • Um veículo adaptado é mais barato que montar uma loja;
  • É tendência e com isso a divulgação é bem mais rápida para atrair clientes

Como fazer para montar um food truck

O primeiro passo é buscar um veículo adaptável para cozinhar ou armazenar os alimentos. A boa notícia é muitas lojas se voltarem a vender trailer adaptável, reboques e outros modelos para se tornar a base para o negócio. O valor a ser investido na estrutura varia de acordo com o tipo de veículo e adaptação para cozinhar, armazenar, dentre outros.

Tudo deve ser analisado, antes de abrir um food truck

O segundo passo e mais importante é: qual nicho de mercado investir? O que você vai vender? Sabemos ser lanches rápidos, mas de qual tipo? Analise a concorrência, tendência do mercado em sua cidade e se pode criar uma receita nova diferenciada para atrair clientes. Não vale a pena investir em mais do mesmo.

Um dos pontos mais importantes de análise é a escolha do lugar. Quanto mais gente passar melhor. Vale a pena ficar próximo a pólos de food truck se o produto ofertado se diferenciada para não ser ‘mais um’ na concorrência. Em muitas cidades há ruas inteiras com este tipo de alimentação onde os clientes já sabem para qual local se dirigir em busca de um lanche ou refeição diferenciada.

  • Com permissão para estacionar de acordo com a legislação local
  • Seguro para os comerciais e seus clientes
  • Com uma enorme quantidade de transeuntes
  • Invista em visual.

Um nome diferenciado e chamativo de acordo com o alimento oferecido para compra é um ponto importante para chamar a atenção do cliente. Depois é só divulgar e colocar as mãos à obra.