Chris Bright

Chris Bright é pesquisador sênior do staff WWI-Worldwatch Institute e membro do Conselho da UMA-Universidade Livre da Mata Atlântica. Exerce também a função de pesquisa e redator executivo da revista World Watch. Em sua função de pesquisador, Chris enfoca questões de biodiversidade. No momento, ele trabalha num guia global de restauração de florestas. Chris sustenta que a restauração ecológica não é apenas um instrumento essencial para a conservação, mas também uma grande oportunidade para o desenvolvimento social.

Atualmente faz pesquisas sobre as potencialidades de recuperação da Mata Atlântica no Brasil, e publicou artigo na revista World Watch sobre o assunto.

Seu outro interesse em pesquisa é a invasão biológica – os impactos das espécies exóticas invasivas. Seu livro sobre o assunto, Life Out of Bounds: Bioinvasion in a Borderless World, foi publicado em outubro de 1998, como parte da Série W.W. Norton / Worldwatch Environmental Alert.  Life Out of Bounds foi o primeiro estudo interdisciplinar da bioinvasão como um fenômeno global, para o grande público. O livro recebeu uma boa crítica nos principais jornais científicos (Oliver Tickell, New Scientist, 7/11/98; Harold Mooney, Nature, 25/02/99; Daniel Simberloff, BioScience, maio de 1999) e matérias sobre o mesmo foram publicadas em cerca de 90 jornais tanto nos Estados Unidos como no exterior. Mais recentemente, Chris escreveu sobre as implicações da bioinvasão no comércio internacional. (Vide “Invasive Species: Pathogens of Globalization,” Foreign Policy, outono de 1999, e “Biological Adversity: The Hidden Costs of Trade and Economic Globalization,” Harvard International Review, inverno de 2001.) Chris também deu dezenas de entrevistas no rádio e televisão e proferiu palestras sobre bioinvasão. Ele apresenta a invasão como um problema cultural amplo e não simplesmente uma preocupação ecológica. Chris argumenta que nosso modo de ver o mundo natural nos deixa quase cegos a esta ameaça.

Além do seu trabalho sobre bioinvasão, Chris escreve para o Estado do Mundo – uma série anual do WWI sobre ciência, economia e meio-ambiente global – e sobre uma gama de outros temas. Estes incluem “surpresas ambientais” (formas inesperadas de mudança ambiental), os efeitos ecológicos da mudança climática e (como co-autor) o declínio global dos vertebrados.

Antes de entrar para o Instituto, em 1994, Chris foi redator da revista American Gardener durante dois anos, onde sua preocupação principal foi a busca de meios para aumentar o interesse dos leitores em questões ambientais. Seus próprios artigos para esta revista cobriram temas como a história natural de árvores nativas americanas, engenharia genética da cultura de frutas, vegetais e legumes, os efeitos da colheita de turfa em ecossistemas de brejos, e jardinagem da vida silvestre. Antes de se tornar um redator, Chris passou quatro anos escrevendo como “freelancer” para revistas de grande circulação nos EUA e Europa, sobre uma variedade de questões ambientais, desde a caça à baleia e silvicultura, até o comércio de agrotóxicos. Chris é diplomado cum laude pelo Kenyon College, onde recebeu Bacharelato em Literatura Inglêsa em 1978. Seu doutorado em Estudos Medievais é da Universidade de Toronto.

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